quarta-feira, 27 de junho de 2012

RESULTADO FINAL - ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA




  Segue abaixo os nomes dos 25 candidatos aprovados para o I Curso de Especialização em História Afro-brasileira e Indígena. Recomendamos atenção para o cumprimento do calendário de matrícula e para os critérios exigidos no edital (aditivo de prorrogação). Caso não haja adequação de algum candidato, o mesmo será substituido.   Todos os projetos devem ser revistos, conforme orientação da banca de entrevista,  para uma reapresentação no primeiro dia de aula. Maiores informações podem ser obtidas através do e-mail consciencianegra.cameta@gmail.com

   Atenciosamente,
   A Coordenação.



ALESSANDRA PEREIRA DE CARVALHO
ALEXANDRE MYCHEL SAVELARINHO PANTOJA
ANTONIA LENILMA MENESES DE ANDRADE
CRÍSLEY MARIA BARROS MARQUES
CRISNA TALITA SOUSA DE SOUSA
ELIEL POMPEU RODRIGUES
FRANCINETE MARIA CUNHA DE MELO OLIVEIRA
GISÉLY DAMASCENO FURTADO
GUILHERME LUÍS MENDES MARTINS
HENRIQUE ADAUTO RIBEIRO MACHADO
IRLY SUELLEN DA SILVA COSTA
JORAILSON VEIGA DA COSTA
JOSÉ DO CARMO LOUZADA D´ALBUQUERQUE
JOSILÉIA DO SOCORRO TAVARES GOMES
LILIANE CORRÊA ARNAUD
MARCILENE COELHO LOPES
MARIA GORETE CRUZ PROCÓPIO
MARIA OSINEIDE PEREIRA BORGES
PATRÍCIA MARTINS PANTOJA
PRISCILA LIMA DE CASTRO
ROBLE CARLOS TENÓRIO MORAES
SEBASTIÃO JÚNIOR MOREIRA LOPES
TONIEL VIANA PEREIRA
VITOR CARVALHO DA SILVA NETO
ZENATE DE LEÃO BATISTA



sexta-feira, 22 de junho de 2012

CANDIDATOS APROVADOS PARA ENTREVISTA - Especialização em História Afro-brasileira e Indígena


As entrevistas ocorrerão nos dias 25 e 26 de junho, a partir das 9 horas da manhã, no Campus Universitário do Tocantins/Cametá.
   Atenciosamente,
   A Coordenação


Alessandra Pereira de Carvalho
Alexandre Mychel Savelarinho Pantoja
Antonia Lenilma Meneses de Andrade
Crísley Maria Barros Marques
Crisna Talita Sousa de Sousa
Dércio Coelho Pinto
Eliel Pompeu Rodrigues
Francinete Maria Cunha de Melo Oliveira
Gisély Damasceno Furtado
Guilherme Luís Mendes Martins
Henrique Adauto Ribeiro Machado
Irly Suellen da Silva Costa
Jorailson Veiga da Costa
José do Carmo Louzada D´Albuquerque
Josiléia do Socorro Tavares Gomes
Liliane Corrêa Arnaud
Maria Ozanira Menezes de Moraes
Maria Gorete Cruz Procópio
Marcilene Coelho Lopes
Maria Osineide Pereira Borges
Maria Francisca da Costa Rodrigues
Priscila Lima de Castro
Patrícia Martins Pantoja
Rosecleia Leão de Freitas
Roble Carlos Tenório Moraes
Rosivana do Socorro Cordeiro da Costa
Sebastião Júnior Moreira Lopes
Toniel Viana Pereira
Vitor Carvalho da Silva Neto
Zenate de Leão Batista



INSCRIÇÕES HOMOLOGADAS - SELEÇÃO PARA HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA


    Segue abaixo as inscrições homologas para o Curso de Especialização em História Afro-brasileira e Indígena. O resultado dos aprovados para a entrevista, após avaliação dos curriculos e projetos, será disponibilizado hoje, até as 18h.
   Atenciosamente,
   A Coordenação.


Alessandra Pereira de Carvalho
Alexandre Mychel Savelarinho Pantoja
Anakcia da Cruz Oliveira
Anazélio Benedito Moraes Diniz
Antonia Lenilma Meneses de Andrade
Crísley Maria Barros Marques
Crisna Talita Sousa de Sousa
Dércio Coelho Pinto
Eliel Pompeu Rodrigues
Fernando Félix Rodrigues da Silva
Francinete Maria Cunha de Melo Oliveira
Francisca Silva Cunha
Gisély Damasceno Furtado
Guilherme Luís Mendes Martins
Henrique Adauto Ribeiro Machado
Irly Suellen da Silva Costa
Jorailson Veiga da Costa
José do Carmo Louzada D´Albuquerque
Josiléia do Socorro Tavares Gomes
Liliane Corrêa Arnaud
Marcilene Coelho Lopes
Maria Francisca da Costa Rodrigues
Maria Gorete Cruz Procópio
Maria Judith Corrêa Carvalho
Maria Osineide Pereira Borges
Maria Ozanira Menezes de Moraes
Ociano Faustino de Lima Júnior
Patrícia Martins Pantoja
Priscila Lima de Castro
Roble Carlos Tenório Moraes
Rosecleia Leão de Freitas
Rosiléia da silva Nonato
Rosivana do Socorro Cordeiro da Costa
Sebastião Júnior Moreira Lopes
Toniel Viana Pereira
Vitor Carvalho da Silva Neto
Zenate de Leão Batista

segunda-feira, 11 de junho de 2012

ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA - PRORROGADO O PRAZO DE INSCRIÇÕES

Atendendo às diversas solicitações de prorrogação do prazo para inscrições no curso de ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA, o Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, por meio da COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU do referido Curso, estendeu o prazo para o dia 18 de junho de 2012. Na ocasião, informa, para as pessoas que já fizeram as inscrições, as novas datas: Encerramento das Inscrições: 18/06/012; Análise e seleção das propostas (currículo e projeto): 19 a 21/06/2012; Divulgação dos classificados para entrevista: 22/06/2012; Entrevista: 25 e 26/06/2012; Divulgação do Resultado Final: 27/06/2012; Matricula: 2 a 5/ 07/2012; Início das aulas: 19/07/ 2012

quarta-feira, 23 de maio de 2012

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA - Edital de Seleção

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS/CAMETÁ FACULDADE DE HISTÓRIA – FACHTO Edital Nº 01/2012 – CUNTINS/UFPA SELEÇÃO PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA A Coordenação do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu em História Afro-Brasileira e Indígena, da Faculdade de História, Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, informa que estão abertas as inscrições para a Seleção 2012, do referido curso, conforme o calendário e as condições previstas neste edital. O curso tem como proposta a formação de educadores e pesquisadores qualificados criticamente para a construção de uma nova história do país e que gerem currículos desmistificadores dos preconceitos étnico-raciais atribuídos às populações afro-descendentes e indígenas. Da mesma forma, pretende problematizar os conteúdos das aulas de história e de disciplinas afins, a partir de um conhecimento mais aprofundado e, ao mesmo tempo, panorâmico da História dos Afro-Brasileiros e Indígenas. 1 - PÚBLICO ALVO O curso destina-se aos docentes do ensino fundamental e médio, graduados em história, letras, pedagogia e outros cursos que trabalhem com a questão racial e indígena, além de afro-descendentes e indígenas que já possuam curso de graduação. 2 – VAGAS OFERECIDAS: 25 (vinte e cinco) 3 - INVESTIMENTO O curso é gratuito. Os alunos custearão apenas despesas com seu material didático, monografias, atividades práticas, transporte, alimentação, etc. 4. CARACTERÍSTICAS DO CURSO 4.1. Modalidade do Curso: Modular (intervalar) e presencial. 4.2. Início: 19 de julho de 2012. 4.3. Duração: 12 meses (encerramento: 01 de julho de 2013). 4.4. I módulo: 19 de julho a 08 de agosto de 2012. 4.5. II módulo: 02 a 31 de janeiro de 2013. 4.6. Horário: de 8 às 12h e de 14 às 18h. 4.7. Investimento: O curso é gratuito. Os alunos custearão apenas despesas com seu material didático, monografias, atividades práticas, transporte e alimentação. 5. DOCUMENTOS PARA A INSCRIÇÃO 5.1. Formulário de Inscrição, conforme o Anexo I deste Edital. 5.2. Curriculum vitae, preferencialmente registrado na Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br); 5.3 Projeto de pesquisa relacionado à temática do curso (modelo disponível em www.propesp.ufpa.br); 5.4. Se membro de comunidade quilombola, indígena ou atuante em atividade cultural/educacional com estas características, anexar um comprovante de pertencimento, vínculo ou atuação conforme a legalidade de cada situação. 6. PROCEDIMENTOS PARA A INSCRIÇÃO 6.1. As inscrições deverão ser efetuadas no horário das 8h às 12h e das 16h às 20h na Faculdade de História do Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, localizada na Trav. Padre Antônio Franco, n.º 2617, bairro da Matinha, Cametá-PA. Período: 07 a 08 de junho de 2012. 7. CALENDÁRIO 7.1. Submissão das inscrições: 04 a 08 de junho de 2012. 7.2. Análise e seleção das propostas (currículo e projeto): 10 a 12 de junho de 2012. 7.3. Divulgação da classificação para entrevista: até 13 de junho de 2012. 7.4. Entrevista: 15 e 16 de junho de 2012. 7.5. Divulgação do Resultado Final: 19 de junho de 2012. 7.6. Início das aulas: 19 julho de 2012. 8) MATRÍCULA Data: 25 a 27 de julho de 2012 Horário: das 8h às 12h e das 16h às 20h Local: Faculdade de História do Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, localizado na Trav. Padre Antônio Franco, n.º 2617, bairro da Matinha, Cametá-PA 9. DOCUMENTOS PARA A MATRÍCULA Os candidatos aprovados deverão apresentar, no ato de sua matrícula, os documentos (originais e cópias) listados abaixo: 1. Identidade e CPF 2. Diploma de graduação pertinente às condições previstas neste edital (Itens 1 e 5.4) 3. Histórico Escolar da Garduação 4. Título de Eleitor, acompanhado de comprovante de votação na última eleição; 5. Curriculum Vitae com cópias dos comprovantes de formação acadêmica, atuação profissional, vínculos empregatícios, produção científica e artística, cursos de aperfeiçoamento, etc., que tenham sido mencionados no corpo do currículo. 9.1 Presencialmente: os candidatos deverão apresentar os documentos originais, no ato da matrícula, para a autenticação das cópias dos documentos exigidos. 9.2. Via Correios: a postagem deve ocorrer via SEDEX até a data limite pré-estabelecida no cronograma do item 8 deste Edital, endereçado ao Campus de Cametá. Nesse caso, as cópias dos documentos enviadas deverão ser autenticadas em cartório. 9.3. Aqueles que não apresentarem os documentos mencionados no item 9 desde edital, dentro dos prazos pré-estabelecidos no cronograma (item 7), estarão automaticamente eliminados do processo seletivo. 10. OBSERVAÇÕES FINAIS 10.1. A inscrição do candidato implicará conhecimento e aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital. 10.2. O candidato selecionado que não fizer a matrícula ou não comparecer às duas primeiras aulas será considerado desistente. Com isso, perderá o direito de participar do curso e um novo candidato será chamado em seu lugar, de acordo com a ordem de classificação. 10.3. Duração do curso: para sua integralização, o aluno deverá cumprir carga horária total de 360 (trezentas e sessenta) horas/aula e apresentar uma monografia, sob orientação, ao final de curso. 10.4. O aluno deverá ter no mínimo 75% de frequência ao curso. 11. INFORMAÇÕES SOBRE O EDITAL E SOBRE O CURSO Coordenação do Curso de Pós-graduação em História Afro-brasileira e Indígena Telefone: 8103-1062 E-mail: consciencianegra.cameta@gmail.com Home Page: www.historiaemcampo.blogspot.com Coordenação do Curso de Pós-graduação em História Afro-brasileira e Indígena Belém, 20 de dezembro de 2011. Luiz Augusto Pinheiro Leal Coordenador Bendita Celeste de Moraes Pinto Vice-coordenadora ANEXO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS/CAMETÁ FACULDADE DE HISTÓRIA – FACHTO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA FICHA DE INSCRIÇÃO Nº ___________ 1. DADOS PESSOAIS: 1.1. Nome Completo: ___________________________________________________________________ 1.2. Data de Nascimento:___________________________________________________ _____________ 1.3. Endereço residencial: _______________________________________________ 1.4. Número:_____ 1.5. Complemento: _______________ 1.6. Bairro: _________________ 1.7. CEP:__________________ 1.8. Cidade: _____________________________ 1.9 Estado:______________________ 1.10. Telefone para contato: ___________________ 1.11. E-mail: _________________ 2. FORMAÇÃO ACADÊMICA 2.1. Curso de graduação:__________________________________________________ 2.2. Instituição:__________________________________________________________ 2.3. Mês/Ano de obtenção do diploma: _______________________ 3. DADOS PROFISSIONAIS: 31. Você já atua ou atuou como professor(a) no ensino fundamental e médio? [ ] Não [ ] Sim (então preencha os próximos itens) 3.2. Dados da escola com maior carga-horária de trabalho: 3.2.1 Nome:____________________________________________________________ 3.2.2. Natureza: [ ] Em regime de convênio [ ] Estadual [ ] Municipal [ ] Federal [ ] Particular 3.2.3. Tipo de vínculo empregatício: [ ] Efetivo [ ] Temporário [ ] CLT [ ] Outros: ______________________________ 3.2.4: Horário(s) de trabalho: ______________________________________________

quinta-feira, 17 de maio de 2012

HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDIGENA - Curso aprovado

O curso de PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA, da Faculdade de História do Campus de Cametá, foi aprovado e em breve terá o seu edital de seleção disponibilizado. O curso é gratuito e oferece 25 vagas para graduados de diferentes áreas. Há prioridade para educadores negros e indígenas, mas também para os educadores que atuem em comunidades quilombolas, grupos culturais afro-brasileiros ou professores de comunidades indígenas. A seleção, que em breve deverá ser disponibilizada em edital, exigirá, entre outras coisas, apresentação de um projeto de pesquisa realacionado ao tema do curso, curriculo (lattes) e entrevista. Maiores informações, escreva para consciencianegra.cameta@gmail.com

sábado, 14 de abril de 2012

O que (não) fazer no Dia do Índio

Publicado em 13 de abril de 2012 por Victoria Almeida
09/04/2012
Fonte: Da Revista Nova Escola


Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar.

O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.

Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. “O indígena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, ‘brancos’”, diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:

1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las. Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. “Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea”, explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens. Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14. Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola. A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas.“Oca” é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas. Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?



Consultoria:

- Maria do Socorro de Oliveira, coordenadora de Educação Escolar Indígena da Sec. De Educação do estado do Acre. E Majoí Gongora, Antropóloga do programa de Povos Indígenas do Brasil do Instituto Socioambiental.

In http://www.famalia.com.br/?p=12671